terça-feira, 19 de abril de 2011

Trabalho Bárbara

RELATOS AULAS

O BRASIL URBANO

                - é no período da mineração que começa surgir às cidades no Brasil;
                - nesse período, as cidades eram administradas pelas câmaras municipais, e hoje, quem cuida é a prefeitura municipal;
                - a sociedade era composta pelos senhores de engenho, comerciantes, e escravos, porém quem realmente tinha valor na sociedade eram os donos dos escravos, fazendo com que muitos comerciantes se esforçassem para virarem senhor de engenho;
                - os portugueses começaram a fundar cidades, por questão de estratégia no interior do Brasil;
                - com a criação das cidades, ocorre um grande crescimento populacional, onde as cidades brasileiras aumentam de tamanho consideravelmente;
                - com esse tamanho, a cidade começa-se a desenvolver, criando profissões, comércios, escolas, bancos, igrejas, aumentando as trocas, sejam elas culturais financeiras $, etc...


ESCRAVOS AFRICANOS NO BRASIL

                - foram trazida a força, tinham uma jornada diária de 18 h por dia, demoraram dois meses no mínimo para chegar ao Brasil;
                -trouxeram importantes conhecimentos para nossa sociedade como na língua, na culinária, na música, religião, dança, e no vocabulário, como samba, macumba, banzo, etc.;
                - eram trazidos pelos navios negreiros, e vendidos nos portos de salvador e no rio de janeiro, onde eram enviados para o trabalho;
                - muitos deles guardavam dinheiro para comprar a alforria, a liberdade dele e de sua família; eram subordinados pelo feitor, gerente do senhor do engenho, e, quando fugiam, tinham que se escapar de suas garras, e também do capitão do mato, caçador de escravos.
                - usavam o quilombo para se esconder dos senhores de engenho, que eram cidades construídas para os escravos viverem, onde cultivavam sem próprio alimento, e viviam em comunidade;


ORGANIZAÇÃO POLITICA DO BRASIL

                - quando os portugueses chegaram ao Brasil, necessitaram de criar um governo, fazendo assim, as capitanias hereditárias, dividindo o Brasil em 12 lotes, que foram oferecidos para a elite portuguesa da época, sendo necessário ser rico e católico, pois Portugal não tinha recursos para colonizar o território. O capitão donatário, que recém-chegado a terra, sublocava o território para outras pessoas, a chamada sesmaria.
                -só que somente as capitanias de Pernambuco e são Vicente deram certo, sendo assim, os portugueses fizeram uma nova divisão politica, dividindo o Brasil em duas áreas, centralizando o poder, com a capital do Brasil em salvador, em 1548;
                - essas capitanias eram administradas pelos homens bons, que nada mais é que os atuais vereadores, isso em vilas e povoados criados;
                - com a queda da produção do açúcar e a descoberta de ouro em minas gerais, Portugal volta seus interesses para essa região, cobrando altos impostos do ouro, para pagar suas dívidas e manter o luxo da coroa portuguesa;

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

REFLEXAO

O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA

O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA
Texto de Luiz Antônio Simas

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto.
Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa.
A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo - o homem - e a rosa - a mulher - estimula a violência entre os casais. Na nova letra "o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada".
Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha.
Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?
É Villa Lobos, cacete!
Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê .
Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê.
A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.
Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.
Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos.
Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil.
Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.
Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.
Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado ? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.
Daqui a pouco só chamaremos o anão - o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil - de deficiente vertical . O crioulo - vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) - só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo - o famoso branco azedo ou Omo total - é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia - aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno - é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo - outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão - é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.
Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais... Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.
O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra putaqueopariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.
Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a "melhor idade".

Abraços

Luiz Antônio Simas

(Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor de História do ensino médio).

terça-feira, 30 de novembro de 2010

CRONOGRAMA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

CRONOGRAMA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGR





22/11/2011 (Segunda)


Montagem dos Painéis com atividades sobre consciência negra.



• Máscara (todas as séries

• Nega Maluca ( 1 por equipe)

• Isometrias (Mosaica simetria axial) 5ªs e 8ªs

• Celebridades Negras no Esporte, Artísticos e no mundo político.




23/11/2011 (Terça)


Teatro: Apresentação da 8D e Fund I – Contos Africanos




24/11/2011 (Quarta)




- Excursão para a Bienal de Arte


- Confecção de Mandalas / Oficinas de esculturas/carranca






25/11/2011 (Quinta) - Gincana


Cada atividade vale 1000 pontos por tarefa cumprida





Cores Manha:


Azul – 7C


Vermelho – 8C


Roxo – 8D


Amarelo – 8B


Branco – 8A


Verde – 7A


Preto – 7B




Cores Tarde:


Azul – 6B, 6C, 4C

Vermelho – 5C, 6A, 4B

Verde – 6D, 6E

Amarelo – 5A, 5B, 4A




SOLICITAR ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS E BRINQUEDOS EM BOM ESTADO DE USO




1) Grito de Guerra + Mandala + Acolhimento

2) Púlpito (Proteste-já) (

3) Painel com fotos celebridades negras (Produção)

4) Quadro que representa arte Africana (Produção)

5) Se vira nos trinta (dança com a nega maluca)

6) Grafite (Produção) cada sala devera trazer uma mensagem grafitada

7) Poema: Mãe África (Produção)

8) Desfile de modas Africano (Produção)

9) Escultura (Massa) (Produção)

10) Cabo de guerra

11) Bambolê

12) Carrinho de mão

13) Corrida do pé amarrado

14) Pagando mico (dança do ku duro)

15) Se vira nos trinta

16) Pintura e maquiagem Olodum

17) Atividades Surpresa

18) Limpeza / Arrumação






26/11/2011 (Sexta) Gincana
 
Cada atividade vale 1000 pontos por tarefa cumprida
 
RECOLHER ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS
 
1) Grito de guerra + Mandala + Acolhimento

2) Pontuação dos alimentos (apresentação) + pontuação do dia anterior

3) Dança Afro-Reggae

4) Dança samba rock

5) Dança da copa do mundo

6) Desfile de modas Africano (tema diferente do dia anterior)

7) Capoeira

8) Olodum

9) Maculelê

10) Seca Garrafa

11) Corrida de saco

12) Corrida com latinha

13) Carranca

14) Escultura

15) Caricatura

16) Se vira nos trinta (

17) Atividades Surpresa

18) Limpeza e arrumação




27/11/2011 (Sábado) – Apresentação aberto ao público a seguir.




Manhã:


8D - Teatro e contos africanos (Thamires, Carol, Bianca, Camila) 9:00

7A, 7B – Declamar Poesia 9:30

7C – Jogral, Apresentação Maracatu 9:40

8ªA – Origem do Olodum sala 1

8ªA – Brincadeiras Infantis sala 2

8ªA – Dança Maculelê 9:50

8ªB – Jogral 10:0

8ªC- Apresentação Musical alunos 10:10

8ªD – Apresentação de dados estatísticos (Christian, Kevin) 10:15

8ªs – A ,B,C e D (Apresentações de danças referentes aos temas) 10:15

7ªs – A,B,C (Apresentação de danças referentes aos temas) 10:15


Exposição das caricaturas

Exposição das Mascaras

Exposição dos quadros

Exposição das mandalas

Exposição das Carrancas

Exposição dos grafites

Maquete com comidas típicas (Sala multiuso) 8B

Maquete com o mapa da áfrica 8B

Maquete de um Parque Nacional 8B

Exposição instrumentos musicais de origem africana 8B

Gráfico com as diferenças culturais 8B

A historia verdadeira do Vudu 8B

Sala de degustações 8A

Sala de degustações 8A

5ªs – tema da copa do mundo 11:00

Capoeira (Encerramento) 11:10




Tarde:

5ªs – tema da copa do mundo 13:30

4ª A,Be C – Samba ( Ana Paula, Fabiane e Josiane) 13:40

6as – Danças Temáticas (samba, Samba rock, maquelelê, maracatu, olodum)13:50


Exposição das Caricaturas

Exposição das Mascaras

Exposição dos quadros

Exposição das Mandalas

Exposição das Carrancas

Exposição dos Grafites




Sujeito a alterações no decorrer da semana

Responsáveis pelas informações: Amaro e Márcia


domingo, 31 de outubro de 2010

O professor está sempre errado (Jô Soares)

O professor está sempre errado (Jô Soares)

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor! É jovem, não tem experiência. É velho, está superado. Não tem automóvel, é um pobre coitado. Tem automóvel, chora de "barriga cheia'. Fala em voz alta, vive gritando. Fala em tom normal, ninguém escuta. Não falta ao colégio, é um 'caxias'. Precisa faltar, é um 'turista'. Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos. Não conversa, é um desligado. Dá muita matéria, não tem dó do aluno. Dá pouca matéria, não prepara os alunos. Brinca com a turma, é metido a engraçado. Não brinca com a turma, é um chato. Chama a atenção, é um grosso. Não chama a atenção, não sabe se impor. A prova é longa, não dá tempo. A prova é curta, tira as chances do aluno. Escreve muito, não explica. Explica muito, o caderno não tem nada. Fala corretamente, ninguém entende. Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário. Exige, é rude. Elogia, é debochado. O aluno é reprovado, é perseguição. O aluno é aprovado, deu 'mole'. É, o professor está sempre errado... Mas se (você) conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Os sonhos da Fadinha

Os sonhos da Fadinha O problema real do Brasil não é a "tirania do mérito", mas a ausência de uma base de direitos para que o méri...