sábado, 23 de novembro de 2019
O ECONOMISTA LIBERAL INFILTRADO.
Como o Pastor Lisboa Marcos Lisboa foi parar na equipe econômica do PT?
Pega essa história maravilhosa...
Muitas pessoas conhecem Marcos Lisboa pela sua atual presidência do Insper. Mas Lisboa tem uma participação fundamental nas eleições de 2002. Os principais candidatos a presidente eram, em ordem de sucesso nas urnas, Lula (PT), José Serra (PSDB), Garotinho (PSB) e Ciro Gomes.
O PSDB estava coligado com o PMDB. Moreira Franco, então presidente da Fundação Ulysses Guimarães (braço programático do PMDB) encomendou a um grupo de economistas um conjunto de propostas para o programa de governo.
Dentre os economistas neste grupo, estava Marcos Lisboa.
O documento foi apresentado ao candidato José Serra. Mas não rolou química, de nenhum dos lados!
Os economistas não saíram com boas impressões de Serra que chegou a dizer ao final do encontro a Moreira Franco: “Pô Wellington, como você gosta desse pessoal de direita!”
Meses depois, Ciro Gomes entrou em contato com José Alexandre Scheinkman, então professor de Princeton (hoje em Columbia) e, sem dúvida, o economista brasileiro de maior impacto na comunidade acadêmica internacional. Scheinkman aceitou assessorá-lo e contatou Marcos Lisboa.
Dessa vez, Marcos disse que gostaria de elaborar um documento com diagnósticos sobre os problemas brasileiros e propostas de políticas, mas que gostaria que esse documento fosse distribuído aos assessores econômicos de todos os candidatos a presidente.
Esse documento se chamaria “A Agenda Perdida: diagnósticos e propostas para a retomada do crescimento com maior justiça social”.
A Agenda Perdida seria coordenada e escrita por Alexandre Scheinkman e Marcos Lisboa com base em trabalhos e discussões com outros 17 economistas.
Marcos Lisboa concluiu seu doutorado em economia pela Universidade da Pensilvânia em 1996 e foi contratado como professor pesquisador pelo departamento de economia da Universidade de Stanford. Essa é uma proeza ao alcance de muito poucos.
Tipicamente, a cada ano, as universidades formam uns 15 PhDs em economia e contratam 1 ou 2.
Assim, de cada 10 pessoas que completam o PhD em uma universidade como Stanford, menos de uma irá conseguir um emprego como professor pesquisador num departamento desse nível.
Sua estadia em Stanford, porém, seria curta. Marcos acabou escolhendo voltar ao Brasil depois de poucos anos e em 2002, atuava como professor da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro.
No contexto do debate sobre políticas públicas brasileiras, Lisboa era e é um economista bastante liberal com uma visão moderna da economia.
A Agenda Perdida ecoava essa visão liberal. Em particular, as propostas realçavam a necessidade de melhorar o ambiente de negócios.
As propostas de reforma tributária focavam na redução das distorções causadas pelos impostos.
A Agenda Perdida identificava impostos que reduziam os incentivos para a produção e as trocas. Falava também sobre a necessidade de diminuir o custo de abrir e fechar empresas.
Para os mercados de crédito, Agenda Perdida realçava a importância de garantias rapidamente executáveis e de um sistema legal que garantisse os direitos dos credores.
Esse enfoque parece semelhante às importantes reformas no mercado de crédito adotadas em 2004. Por que será?
No que tange o comércio internacional, o documento era favorável à abertura comercial e contrário a políticas desenvolvimentistas de substituição de importações.
As políticas monetária e fiscal deveriam buscar acabar com a instabilidade macroeconômica a fim de não atrapalhar o crescimento da economia.
Em suma, a visão liberal norteava as propostas da Agenda Perdida.
1Os planos do PT para a presidência tinham uma visão da economia completamente diferente.
Enquanto a Agenda Perdida propunha desatar as amarras que atrapalhavam os empreendedores, as resoluções do Encontro Nacional do PT em 2001 tinham como objetivo “derrotar o liberalismo.
Lula foi por outro caminho e assinou a “Carta ao Povo Brasileiro”, divulgada em junho de 2002. A Carta era um manifesto de 4 páginas, um tanto vago sobre as ações que seriam tomadas, sem propostas detalhadas. Por meio dessa Carta, Lula prometia respeitar os contratos e obrigações do país (ou seja, pagar a dívida pública), prometia “preservar o superávit primário” para que isso fosse possível e afirmava o compromisso com o combate à inflação (mas quem diria o contrário?).
A atenção que esses pontos receberam demonstra, mais que qualquer outra coisa, o tipo de dúvida que então pairava sobre as ações de um possível governo de Lula em 2003.
De modo geral, a Carta ao Povo Brasileiro de fato apontava para uma transição tranquila e responsável. Contudo, o objetivo do novo governo seria “a superação do atual modelo”.
Em princípio, isso pode significar qualquer coisa, mas considerando todos os outros documentos do PT, é impossível interpretar a Carta como uma proposta de aprofundamento de um modelo capitalista liberal.
Lula venceria a eleição e nomearia o médico e deputado eleito pelo PT Antonio Palocci como Ministro da Fazenda. Contudo, as ideias dos economistas do PT sobre a economia não entrariam no Ministério.
Para a Secretaria de Política Econômica, Palocci chamaria Marcos Lisboa, que aceitaria o desafio.
Marcos, o economista liberal, era muito “de direita” para o candidato do PSDB e completamente antagônico às ideias dos economistas “de esquerda”.
Mas era a sua agenda que o Ministro Palocci buscava trazer para o Ministério da Fazenda.
Texto adaptado do livro A Riqueza das Nações do Século XXI de Bernardo Guimarães. Economista Pesquisador da EESP/FGV]
sábado, 3 de novembro de 2018
DEZ LIVROS OBRIGATÓRIOS EM LITERATURA.
Indicação do filósofo Paulo Ghiraldelli
1. Livro de Jó (Bíblia),
2. De bello gallico, A guerra gaulesa (de Caio Júlio César),
3. A Divina Comédia (Dante Alighieri),
4.. Fausto (J. W. Goethe),
5. Oliver Twist (Charles Dickens),
6. Dom Quixote (Miguel de Cervantes),
7. Os Lusíadas (Luís Vaz de Camões),
8. Dom Casmurro (Machado de Assis)
9. Romanceiro da Inconfidência (Cecília Meireles),
10. Incidente em Antares (Érico Veríssimo). – Indicação do escritor Deonísio da Silva.
QUINZE LIVROS OBRIGATÓRIOS EM FILOSOFIA.
1. Gênesis (Bíblia),
2. A República (Platão),
3. Confissões (Agostinho),
4. Ensaios (Montaigne),
5. Pensamentos (Pascal),
6. Meditações metafísicas (Descartes),
7. Os devaneios do caminhante solitário (Rousseau),
8. Prolegômenos à toda metafísica futura (Kant),
9. Fenomenologia do Espírito (Hegel),
10. O Capitak (Vol. 1) (Marx),
11. A genealogia da moral (Nietzsche),
12. Dialética do Iluminismo (Adorno e Horkheimer),
13. Hermenêutica do sujeito (Foucault, aulas reunidas no Brasil sob esse título),
14. A filosofia e o espelho da natureza (Rorty),
15. Esferas I (Sloterdijk) –
domingo, 10 de junho de 2018
Que fase
Os chantagistas e a falta da boa política - MARCOS LISBOA
FOLHA DE SP - 10/06
Cabe a políticos dialogar para respeitar o Estado de direito e não ceder a pressões
Há muito com o que se preocupar nos tempos atuais, sobretudo a rejeição da boa política.
O país enfrenta dificuldades para conciliar interesses divergentes em meio a uma economia que não tem como atender a todos os pedidos. Já há muito se sabe que os benefícios concedidos pelo governo não cabem no Orçamento.
Apesar disso, grupos organizados se mobilizam para pedir novos benefícios ou impedir a revisão dos seus privilégios.
A lista é longa. Servidores públicos fazem greve branca para garantir reajustes salariais apesar da perda de renda do restante da população. O bolo ficou menor depois da recessão, mas as dificuldades são irrelevantes para quem demanda seu butim.
Setores produtivos privilegiados com desonerações se recusam a pagar impostos como o restante da sociedade. Outros, como a agricultura recentemente, conseguem novos benefícios. Dane-se a restrição fiscal.
O petróleo ficou mais caro e os caminhoneiros paralisam o país, chantageando o restante da sociedade para que pague a conta do seu combustível.
Como o governo é fraco, aproveitam para pedir o tabelamento do frete de modo a restringir a concorrência e a aumentar as suas receitas, onerando o transporte de bens. Chantagem pouca é bobagem, e também exigem dispensa de licitação para vender seus serviços ao setor público.
O próximo governo precisará negociar as perdas inevitáveis. Há uma conta imensa a ser paga, talvez R$ 250 bilhões ao ano. Benefícios terão que ser reduzidos e tributos, aumentados.
Pior apenas a alternativa. A recessão recente pode ter sido apenas o prólogo de uma crise ainda mais severa.
Nossa democracia requer ampla maioria para superar os problemas. Não há como reduzir o crescimento dos gastos públicos sem reformar a Constituição ou as suas emendas, o que exige o apoio de 60% do Congresso.
Há mais. A extensão da Constituição tem justificado o ativismo do Judiciário que, com frequência, revê decisões do Congresso ou impõe novos gastos públicos, às vezes desconsiderando o bem-estar da maioria.
Enfrentar nossos desafios requer técnica para avaliar o impacto das propostas. Já tivemos em demasia, principalmente desde 2011, decisões incompetentes, com efeito contrário ao pretendido. Difícil imaginar as consequências de uma nova gestão que não saiba do que está falando.
A técnica, entretanto, apenas delimita possíveis soluções.
Resolver os problemas requer a liderança da política, a quem cabe dialogar com os demais Poderes e negociar conflitos respeitando o Estado de direito, sem transgredir por pressão de chantagistas.
Quem sabe o susto com o descontrole recente, que pode se agravar, ajude a recuperar a boa política.
Marcos Lisboa
Doutor em economia, foi secretário de Política Econômica no Ministério da Fazenda (2003 a 2005). Preside o Insper.
FOLHA DE SP - 10/06
Cabe a políticos dialogar para respeitar o Estado de direito e não ceder a pressões
Há muito com o que se preocupar nos tempos atuais, sobretudo a rejeição da boa política.
O país enfrenta dificuldades para conciliar interesses divergentes em meio a uma economia que não tem como atender a todos os pedidos. Já há muito se sabe que os benefícios concedidos pelo governo não cabem no Orçamento.
Apesar disso, grupos organizados se mobilizam para pedir novos benefícios ou impedir a revisão dos seus privilégios.
A lista é longa. Servidores públicos fazem greve branca para garantir reajustes salariais apesar da perda de renda do restante da população. O bolo ficou menor depois da recessão, mas as dificuldades são irrelevantes para quem demanda seu butim.
Setores produtivos privilegiados com desonerações se recusam a pagar impostos como o restante da sociedade. Outros, como a agricultura recentemente, conseguem novos benefícios. Dane-se a restrição fiscal.
O petróleo ficou mais caro e os caminhoneiros paralisam o país, chantageando o restante da sociedade para que pague a conta do seu combustível.
Como o governo é fraco, aproveitam para pedir o tabelamento do frete de modo a restringir a concorrência e a aumentar as suas receitas, onerando o transporte de bens. Chantagem pouca é bobagem, e também exigem dispensa de licitação para vender seus serviços ao setor público.
O próximo governo precisará negociar as perdas inevitáveis. Há uma conta imensa a ser paga, talvez R$ 250 bilhões ao ano. Benefícios terão que ser reduzidos e tributos, aumentados.
Pior apenas a alternativa. A recessão recente pode ter sido apenas o prólogo de uma crise ainda mais severa.
Nossa democracia requer ampla maioria para superar os problemas. Não há como reduzir o crescimento dos gastos públicos sem reformar a Constituição ou as suas emendas, o que exige o apoio de 60% do Congresso.
Há mais. A extensão da Constituição tem justificado o ativismo do Judiciário que, com frequência, revê decisões do Congresso ou impõe novos gastos públicos, às vezes desconsiderando o bem-estar da maioria.
Enfrentar nossos desafios requer técnica para avaliar o impacto das propostas. Já tivemos em demasia, principalmente desde 2011, decisões incompetentes, com efeito contrário ao pretendido. Difícil imaginar as consequências de uma nova gestão que não saiba do que está falando.
A técnica, entretanto, apenas delimita possíveis soluções.
Resolver os problemas requer a liderança da política, a quem cabe dialogar com os demais Poderes e negociar conflitos respeitando o Estado de direito, sem transgredir por pressão de chantagistas.
Quem sabe o susto com o descontrole recente, que pode se agravar, ajude a recuperar a boa política.
Marcos Lisboa
Doutor em economia, foi secretário de Política Econômica no Ministério da Fazenda (2003 a 2005). Preside o Insper.
sábado, 25 de novembro de 2017
Al Gore - Uma verdade inconveniente - lição # 1
https://www.youtube.com/watch?v=X3wry4u9eFA&list=RDX3wry4u9eFA
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
4 Bimestre 8 Ano
Economia do Uruguai
A base da economia do Uruguai é a agropecuária, sendo um dos maiores exportadores de carne do mundo. Além da carne se exporta também lã, couro, além da cultura de ovinos. Além desses produtos, figuram na exportação do país o trigo a soja e o milho. Na primeira metade do século XX graças a riqueza do gado, ampliou-se um ótimo serviço público de educação, saúde e previdência social, sendo por isso chamado na época de "suíça da américa do sul". Porém as exportações não se mantiveram no mesmo nível, caindo a qualidade do serviço, porém, o Uruguai mantém índices comparados a países ricos de idh (índice de desenvolvimento humano) principalmente no que se diz respeito a educação, com baixo analfabetismo, longa expectativa de vida, e baixa mortalidade infantil. A atividade industrial é reduzida e está relacionada ao processamento de produtos de origem animal, da carne, couro e lã. Nos últimos anos tem aumentado o crescimento da indústria vinícola (frango) e o setor financeiro (bancário) levando o país a ter participação expressiva como membro do MERCOSUL.
O Paraguai
País sem saída para o mar, possui 6 milhões de habitantes e uma área de mais ou menos 400 mil km2, devido a sua limitação geográfica de não ter saída para o mar, seus produtos não podem ser exportados a não ser dependendo de outros países como o brasil e a argentina. Para facilitar esse transporte de produtos e suas relações comerciais, na década de 1960 o brasil, em parceria, construiu a ponte da amizade, na cidade de foz do Iguaçu, ligando com a cidade de ciudad del este, no Paraguai. (8a) através dessa é que toda produção paraguaia e escoada até o porto de Paranaguá no estado do paraná, e também todo produto importado para o Paraguai e recebido nesse porto.
Características naturais do Paraguai
O Paraguai possui duas regiões naturais bem distintas, a oriental e ocidental. A região oriental predominam planaltos de baixa altitude, com solos férteis, sendo a principal região agrícola, produzindo cana, milho, tabaco, trigo, algodão entre outros. Essa região possui boa distribuição de chuvas e é bem quente. Já a região ocidental é também chamada de gran chaco, que é formada por planícies, possui um clima quente e chuvoso no verão e seco no inverno, e mais seco em direção ao norte. É a área de maior biodiversidade do país, é pouco povoada, é usada para criação de gado extensiva, algodão, e extrativismo do quebracho "planta ao qual se extrai o tanino, liquido utilizado para curtir a amaciar o couro, e o quiino, matéria prima para a fabricação de medica- mentos."
De colônia espanhola para um país independente (Paraguai)
No início do século XVI, tanto os portugueses como os espanhóis realizaram inclusões via rio paraná e Paraguai ao qual era a principal via de acesso para alcance do território via interior, chegando as terras ao qual hoje dão origem ao Paraguai. Para segurança e ocupação do local fundaram um forte ao lado do rio Paraguai na atual capital, cidade de Asunción para servir de base de apoio às regiões das minas no peru. Atualmente o local é a capital do país. No começo o atual lugar povoado pelos índios guaranis, havendo uma grande miscigenação (mistura) entre os espanhóis e os índios, o que faz predominar a população eurameríndia no país. No local é falado dois idiomas, tanto o espanhol como tanto o guarani idioma dos indígenas. Por volta de 1600 com o propósito de converter os índios ao cristianismo onde muitas missões jesuítas se instalaram com esse propósito, porém foram totalmente destruídas pelos bandeirantes portugueses. Os paraguaios conseguiram sua independência somente no ano de 1813 junto a Espanha. A prosperidade a guerra do Paraguai e o declínio
Após a independência, e períodos de ditaduras militares, o Paraguai passou a viver um bom momento sob o governo de Francisco Solano Lopes que começou o processo de modernização do país com a construção de fábricas, rodovias, ferrovias, telégrafos - várias fábricas metalúrgicas, de tintas, fábricas navais, de celulose (papel) materiais para construção armamento e pólvora. Houve também grande incentivo à agricultura, a alfabetização de pessoas, além de vários setores que incentivaram e promoveram o desenvolvimento autônomo e independente. Porém, com o objetivo de recuperar os territórios dos índios guaranis, Solano Lopes invadiu o nosso pais o brasil, (1864) os estados do mato grosso do sul. isso fez com que inevitavelmente o brasil fosse obrigado entrar no conflito com apoio de argentina e Uruguai. Foi uma guerra sangrenta que durou cerca de 6 anos com mais de duzentas mil mortes na época. No final os grandes beneficiados foram os ingleses, pois emprestaram dinheiro ao brasil se envolverem no conflito, vendiam armamentos (perdíamos 2 vezes) para o Paraguai ficou uma destruição horrível, a população totalmente dizimada (foram usados crianças de até 14 anos no conflito) até hoje o Paraguai não conseguiu se recuperar de tamanho estrago e recuperar sua autonomia que possuía naquele período em meados do século XIX.
A argentina Perfil da argentina
Possui uma área de 3 milhões de km2, o que faz o segundo maior pais da américa do sul, possui uma população em torno de 40 milhões de pessoas. a origem do seu nome deriva da terra argêntea, ou terra da prata, como chamadas pelos antigos conquistadores espanhóis, que, no século XVI, adentraram o atual território argentino em busca de jazidas desse mineral. Regiões naturais Divide-se em 5 grandes regiões naturais, andes, chaco, mesopotâmia, pampas e patagônia.
A cordilheira dos andes - situada ao oeste da argentina, de norte a sul, é uma longa fronteira natural com as maiores altitudes da américa do sul, como os picos do Aconcágua (segunda maior montanha do mundo), belgrano, entre outros. Na base da cordilheira, há uma região de clima semiárido, que se destaca pelo cultivo de frutas, e extração de petróleo, tendo como as principais cidades san Juan e Mendoza, que apesar de clima de deserto, recebe água através de um sistema de irrigação, regando as frutas, e os famosos vinhedos. Na parte norte, a cordilheira e ramifica, abrindo o planalto da puna de atacama, parcialmente chileno, com uma altura média de 4 mil metros, sendo um clima totalmente árido, sem chuva, que, com obras de irrigação permitem o cultivo da cana de açúcar.
O grande chaco Localizado na parte norte do território argentino é uma área formada por planícies onde possuem muitas áreas úmidas, com outra área também seca, com predominância da floresta tropical, muitas chuvas, muitas espécies de animais e vegetais, muito parecida com o pantanal brasileiro. A parte seca fica próxima cordilheira dos andes, mudando a paisagem para as savanas, onde está sendo usadas para a plantação de algodão, feijão, soja e arroz. Há também criação de gado e extração vegetal de quebracho (planta ao qual se extrai o tanino, substancia para produzir medicamentos) e da erva mate utilizada para fazer o chimarrão, bebida tradicional e popular consumida no sul do brasil também, Paraguai e Uruguai.
A mesopotâmia
A leste do grande chaco, no nordeste da argentina, a planície úmida da mesopotâmia, está situada entre os rios paraná e Uruguai que formam um delta de 14 km2 antes de desembocarem no rio da prata (rio paraná) formando um dos maiores encontros de água doce do mundo. Há uma grande produção agrícola no local, de arroz, frutas cítricas, (laranja, tangerina e limão) destinadas à exportação
Região dos pampas
Situada no centro dos pampas ao redor do rio paraná que abrangem uma grande áreas de terras tendo como base a capital Buenos aires, capital da argentina, e outras cidades importantes, como santa fé, rosário e bala Blanca.
Sob influência do clima temperado, os pampas são formados por um solo escuro, considerado um dos mais férteis do mundo, mas também com algumas áreas secas, todas as suas áreas são produtivas. São nessa região que se situa um dos maiores rebanhos do planeta, ao qual a carne e exportada para todo mundo, principalmente Europa e estados unidos.
O seu relevo plano permite a sua mecanização, o que aumenta consideravelmente a mecanização, entre os principais produtos destaca-se a alfafa, trigo, milho, soja, algodão, produtos hortifrutigranjeiros para abastecer os centros urbanos.
A patagônia
Situada ao sul do rio colorado no sul da argentina, é formada por planaltos e planícies de clima frio e sem árido, e uma área desértica e montanhosa dos andes, sendo a região mais pobre da argentina.
Porém os recursos minerais ela é uma região ao qual (8ddddddddddd) encontra-se o cobre, o carvão e o ouro, porém suas maiores exportações são o petróleo e o gás natural.
Em virtude das constantes e fortes ventos dessa região, nelas estão instalados parques eólicos
A população argentina
Possui uma população em torno de 40 milhões de pessoas (mais ou menos igual a população do estado de são Paulo) e uma densidade demográfica em torno de 15 km2, distribuídos de forma desigual no território, onde a maior parte é distribuída na região metropolitana de Buenos aires, onde quase 60% fica concentrada ali, e a menor parte fica na região da patagônia, onde se situa um deserto e região montanhosa. Em contraste a patagônia corresponde ao vazio demográfico argentino com apenas cinco por cento da população do pais, com baixa densidade demográfica, também encontradas nas cordilheiras dos andes. Falando-se em composição demográfica, grande parte da população argentina é descente de espanhóis e italianos e nacionalidades europeias, quase todos os povos indígenas foram dizimados durante o processo de colonização. São uma população que apresenta baixo crescimento populacional alta taxa de urbanização, analfabetismo quase zero e baixo índice de mortalidade infantil. Indústria e energia O maior complexo industrial argentino localiza-se na região metropolitana de Buenos aires, onde-se concentram setores como o siderúrgico, metalúrgico, mecânico, naval, químico, têxtil.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Filme 7 Ano CEU Vidas Secas
A obra é inspirada em muitas histórias que Graciliano acompanhou na infância sobre a vida de retirantes. Nesta história, o pai de família Fabiano e a cadela Baleia são considerados os personagens mais famosos da literatura brasileira. Escrito em terceira pessoa, Graciliano não focaliza os efeitos do flagelo da seca através da crítica, mas em narrar a fuga da família, a desonestidade do patrão e arbitrariedade da classe dominante, impossibilitada de adquirir o mínimo de sobrevivência. Vidas Secas” é uma narrativa regionalista ligada à fase literária do Realismo no Brasil que apresenta a fragmentação do ideal nacional. É uma produção crítica repleta de marcas que se destacam no decorrer do contexto político-social. Graciliano Ramos cria uma fantasmagórica realidade encontrada no interior do nordeste brasileiro, sob a imagem do homem quase bicho, massacrado pelas agruras de uma natureza insólita e de uma sociedade e um governo injusto.
Tarefa
Após Ver o filme você irá escrever em uma lauda (folha), o que você entendeu, sua versão sobre o filme) s2 BELOTTI
domingo, 8 de outubro de 2017
Trabalho Filme Banheiro do Papa
O Banheiro do Papa from bolha on Vimeo.
1 – Sobre qual problema o filme aborda? O que os diretores do filme tentaram nos contar? Eles conseguiram passar sua mensagem? Exemplifique .
2 – Você assimilou/aprendeu alguma coisa com este filme? O quê?
3 – Algum elemento do filme não foi compreendido?
4 – Do que você mais gostou neste filme? Por quê?
5 – Faça um mapa do Uruguai e suas fronteiras com Brasil, Uruguai Argentina e Paraguai.
6 – Qual o seu personagem favorito no filme? Por quê?
7 – Qual é o personagem de que você menos gostou? Por quê?
8 – O filme cita a esperança e a solidariedade mesmo em meio à miséria. Comente sobre isso escolhendo uma cena em que esses elementos apareçam.
9 – Considere o texto abaixo e o que entendeu do filme O BANHEIRO DO PAPA e responda as questões:
TRABALHO FORMAL X TRABALHO INFORMAL
Os trabalhadores que têm registro em carteira e seus direitos trabalhistas garantidos, recolhendo uma taxa para a aposentadoria (contribuição ao INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social), ou as pessoas que, mesmo trabalhando por conta própria (sem que estejam empregadas em empresas ou órgãos do governo), recolhem determinadas taxas, desenvolvem atividades que são chamadas de formais, ou seja, estão de acordo com uma série de leis que se referem ao trabalho e às atividades econômicas. Os trabalhadores que não estão nessas situações são chamados de informais.
a) Como o filme apresenta os cargueiros,(que ia buscar as encomendas para os comerciantes de bicicletas e andavam até 60km diários de 2 a 3 x diários ) seu cotidiano, suas dificuldades?
b) Quais são as condições de vida desses cargueiros e de suas famílias?
c) A partir da discussão do filme, relacione a realidade retratada no filme e a das cidades brasileiras, principalmente nos moradores de regioes metropolitanas, destacando semelhanças e diferenças entre essas realidades.
domingo, 24 de setembro de 2017
Matéria América do Sul
NARCOS
- Hoje, iremos ver como o crime organizado cresce e se perpetua em um país
- Iremos mudar um pouco do assunto que estamos estudando
- Vamos estudar a história de Pablo Escobar, o maior da história, o maior narcotraficante da história, nunca a história, e nunca haverá um narcotraficante com um traficante com uma força tão poderosa como ele teve. Ele foi o maior evasão de divisa da história.
- Devemos entender o narcotráfico como uma questão financeira, não como uma questão de saúde.
- Droga dependência química
- Droga financeira crime organizado. Recurso $$$$$
- Quais são as reflexões do documentário
- Tráfico mudou pouca, quase nada
- dominou todo o pais, no caso a Colômbia, tinham mais poder de fogo que o governo.
- crime organizado, por que realmente e organizado;
- o crime e terceirizado (divido), contabilizado (controle), e prestado conta a todos,
- o dinheiro do crime precisa ser "lavado" ou seja legalizado
- ficar de olho aberto, para não ser enganado;
- crime não compensa; fim de tudo isso é a morte;
COLÔMBIA (TERRA DE PABLO ESCOBAR) #NARCOS
Nome dado em homenagem ao navegador Cristóvão colombo, situa-se a noroeste da américa do sul, em zona tropical, possui uma área de cerca de 1.1 milhões de km2 na área oeste da américa andina, sendo banhando tanto pelo oceano pacifico como pelo oceano atlântico. Possui duas regiões naturais, a lá costa, onde ficam as planícies costeira, onde o clima e quente e úmido, atraindo milhares de turistas de todo o mundo com suas estações balneárias, existindo também diversas cidades locais com a arquitetura do período de colonização espanhol. Já o outro lado, a região andina, é onde fica a sua capital, Bogotá, localizada a quase 3000 m de altura. Essa região é a região mais populosa da Colômbia, onde a maior parte da população vive. Lá também se situam Cali, Medelín, outras cidades de extrema importância, berço do povo Pré-colombiano (chibchas) destruídos com a chegadas dos espanhóis em 1538.
O clima da região varia conforme a altitude, em regiões onde o clima é subtropical (mais frio) em regiões mais altas e tropical (mais quente) em regiões mais baixas, próximo ao litoral. Já a região dos lhanos é a região da floresta amazônica, corresponde a quase dois terços do território colombiano - é uma região onde há uma grande quantidade de chuvas, e grandes temperaturas - não podemos esquecer que essa região é fronteiriça ao nosso pais, brasil.
A INDEPENDÊNCIA DA COLÔMBIA
Acreditam-se os historiadores que o primeiro contato com os europeus (dos índios da atual colômbia) se deu por volta de 1499 quando navegante Américo Vespúcio, Juan de la cosa e Alonso de Ojeda chegaram ao lago Maracaibo (hoje Venezuela) e daí aportaram com a resistência indígena local - os caraíbas e os chibchas. Nesse conflito os espanhóis fundaram Cartagena, e a atual capital santa fé de Bogotá.
Além da exploração do ouro, prata e pedras preciosas, entre elas esmeralda, introduziu-se a cultura do algodão, do tabaco, tudo voltado para a exportação. Não podemos esquecer que em toda américa espanhola também houve exploração(8ccc) de mão de obra escrava africana e também indígena. Diante a cobrança de altíssimos impostos pela metrópole espanhola os colonos espanhóis se rebelaram em 1781 iniciando o movimento da independência em 1819 liderados pelo general Simon bolívar, ao qual criou a república da grande colômbia, ou Gran Colômbia - o que corresponde aos atuais países da Venezuela, colômbia, equador e panamá. Devido a pressão de vários países europeus, principalmente a Inglaterra, a Venezuela se separa em 1829, o equador em 1830. Já em 1903, devido a pressão estadunidense, a construção do canal do panamá, este país se separa da colômbia em sua parte norte, também se tornando independente.
A POPULAÇÃO COLOMBIANA
Em 2014 o total de sua população era estimado em torno de 50 milhões de pessoas, sendo o quarto país mais populoso das américas. A sua capital Bogotá tem uma população em torno de 7 milhões de pessoas, e seguida de Cali, em torno de dois milhões de pessoas. A composição étnica da população colombiana predominam os ameríndios (60%) seguidos dos descendentes de europeus espanhóis (14%), africanos (4%) e outros grupos (3%)
A ECONOMIA DA COLOMBIA
A colômbia apresenta uma economia diversificada em geral uma produção voltada para exportação de recursos extrativistas, incluindo carvão mineral, petróleo, com um desenvolvimento industrial pífio. O grande carro chefe econômico do país é a atividade agropastoril - café, cana-de-açúcar, algodão, banana, cacau e milho, pecuária bovina que, além de abastecerem o mercado interno. Além de abastecer o mercado interno, esses produtos são enviados para o exterior, como o café, principalmente o café, que atrás do brasil é o maior exportador do mundo. Na mineração merecem destaque o carvão mineral (possuem as maiores reservas da américa do sul) e as esmeraldas cuja produção é a maior do mundo.
GUERRA E NARCOTRÁFICO #NARCOS
A colômbia em relação a todos os países da américa do sul possui uma peculiaridade parte do seu território é controlado por governos paralelos, ou seja, por forças revolucionárias, no caso 2, as FARC, e a ELN (forças armadas revolucionárias da colômbia e o exército de libertação nacional) além de terem o controle de parte do território ficaram altamente conhecidos por seus ataques terroristas, por sequestros contra políticos, ataques contra instalações governamentais, a fim de pressionar o governo a fazer concessões junto a sociedade, nesse confronto sangrento em que já dura quase quarenta anos. No ano de 2012 foram iniciadas negociações de paz entre o governo afim de colocar em fim esse sangrento conflito. Essa negociação está em andamento. Outro complexo problema é o narcotráfico, que há décadas assombra a sociedade colombiana, formando no país grandes organizações com ligações internacionais conhecidas como cartéis.
TAREFINHA DO BELOTTI
Pergunta que não quer calar
Com argumentos responda se você e contra ou a favor da liberação das armas e drogas. s2
URUGUAI
Possui uma área de mais ou menos 176 mil km2, menos que o estado do paraná, vizinho do estado de são Paulo, situa-se no sudeste da américa do sul, está situada na bacia do prata, como ocorre com o Paraguai e a argentina, é o país do cone, sul, pois, com o chile e a argentina, localiza-se na porção do território sul-americano que se funila na direção sul, semelhante à forma de cone.
O Uruguai tem o relevo de baixa altitude, e formado por planaltos com altitudes médias de mais ou menos trezentos metros e apresenta ondulações suaves denominadas chulillas - quanto aos rios, tem destaque os rios que nascem no brasil, o rio negro e o rio Uruguai, todos eles nascem no rio grande do sul.
O clima e temperado, com chuvas bem no decorrer do ano, o inverno e muito frio, mas não é frequente a queda de neve, a cobertura vegetal frequente é de campos, mesmo domínio da campanha gaúcha do rio grande do sul, sendo um excelente local de pastagem para gado.
Assinar:
Postagens (Atom)
Os sonhos da Fadinha
Os sonhos da Fadinha O problema real do Brasil não é a "tirania do mérito", mas a ausência de uma base de direitos para que o méri...
-
INTRODUÇÃO A globalização tem uma divisão em três tempos: o período do comércio em grande escala, a partir da expansão marítima de fins do...
-
Os sonhos da Fadinha O problema real do Brasil não é a "tirania do mérito", mas a ausência de uma base de direitos para que o méri...